quarta-feira, 31 de agosto de 2016
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Assista A Bailarina e o Soldadinho de Chumbo com As Sapekas no SESC Thermas.
07:55
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Veja com o foi a apresentação do espetáculo A Bailarina e o Soldadinho de Chumbo com As Sapekas no SESC Thermas.
A Bailarina e o Soldadinho de Chumbo
06:30
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Ficha técnica do espetáculo “A Bailarina e o Soldadinho de Chumbo”:
Direção: Fábio Nougueira
Texto: Gisele Galindo
Elenco: Giovana Galindo (Teka) e Juliana Negrão (Leka)
Músicas: Jotacê Cardoso Figurino
Adereços: Nelma Melo
Jogos: Tio Chimu
Sonoplastia: Gabriela Cano
Produção: Theatro 2 Produções
Realização: Clube do Meio Artístico
As Sapekas contam, com seu jeito divertido e maluquete, um dos clássicos da literatura infantil, O Soldadinho de Chumbo. Ele é diferente de todos os outros brinquedos, inclusive de seus 24 irmãos, pois tem apenas uma perna, mas isso não o impede de brincar, e durante uma das noites em que os brinquedos ganham vida, o Soldadinho conhece a Bailarina, princesa de um castelo distante. O “Era Outra Vez...” traz a força da amizade e do amor, que não vê diferenças, só enxerga o belo, e não desiste nunca apesar dos obstáculos.
ERA OUTRA VEZ... COM AS SAPEKAS
06:28
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ERA OUTRA VEZ... COM AS SAPEKAS
Era uma vez uma bondosa senhora que toda noite contava histórias às crianças de sua família e vizinhos. Depois de adultos, contavam a seus filhos até que um belo dia essas versões foram transformadas da palavra falada à escrita. Num amanhecer qualquer, outras versões foram parar nas telonas dos cinemas. Mas o que realmente elas queriam dizer as crianças e aos adultos?
É fato que as realidades eram diferentes, se transformaram através dos anos, décadas, séculos, milênios. Já que as primeiras histórias datam lá da China, voltemos para o nosso ocidente. Muito provavelmente você ouviu alguns dos contos de fadas, ou leu, talvez tenha contado aos filhos, netos... O universo lúdico se faz presente em cada um e a maioria das pessoas se encanta com o mundo apresentado em meio a príncipes e princesas. Diversos estudiosos analisaram e interpretaram os clássicos infantis. Que tal atentar-se às entrelinhas? No caso de Chapeuzinho Vermelho, por que a menina dá atenção ao lobo? Em “Fadas no Divã”, os autores, Mário e Diana Lichtenstein Corso, colocam que “Ela pode não saber que jogo está sendo jogado, mas é inegável seu interesse em participar”. Esse caminho interpretativo leva ao campo minado da sexualidade infantil. Ou seja: o conto não fala apenas sobre o perigo do desconhecido, mas sobre a perda da inocência. Em O Patinho Feio, segundo Emiliano Urbim, em “A Verdadeira Moral da História”, o mérito do conto é mexer com o senso de deslocamento comum a toda criança. Todo mundo, em algum momento, sente que está no lugar errado, seja a família, seja a escola, a turma, o mundo. Por outro lado, permite aos pais viver na ficção o pavor de ter o filho surrupiado. São raros os contos que não possuem mensagens subliminares e/ou morais distorcidas, quando não negativas. Em uma das versões de Chapeuzinho Vermelho, por exemplo, neta e avó morrem e não há um caçador para salvá-las.
Com Teka e Leka, as historinhas são divertidas e totalmente direcionadas às crianças de forma lúdica e com mensagens positivas, de acordo com suas idades e desenvolvimento. Mais uma vez, utilizando Chapeuzinho Vermelho como exemplo, a menina não é em momento algum atacada pelo lobo e ele muito menos deseja tal ato. Entre acontecimentos, como uma brincadeira de “quem chega primeiro” e uma festa surpresa, o caçador, de lenhador, decide mudar de profissão para não prejudicar mais o planeta. Chapeuzinho Vermelho termina prometendo a si mesma sempre cuidar do planeta e dos animais também. Esta é uma das histórias que compõem o Era Outra Vez, que reconta de um novo prisma os contos de fadas, utilizando-se de materiais diferenciados, inclusive com a participação do público infantil e seus objetos. Tudo com a animação de Teka e Leka, que entre cores alegres entretêm ensinando o verdadeiro valor de crescer.
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